BINGO BENEFICENTE - ONG VIVA AS DIFERENÇAS
DIA 7 de Setembro - Domingo às 15h
Tênis Clube de São Bernardo do Campo - R, Tietê, 255, Rudge Ramos, Vila Vivaldi
Parte da renda será revertida em doação de cadeira de rodas
Convites R$ 25,00
(inclui 10 rodadas + 10 premios extras a cada rodada nas linhas + 1 kit de salgados e doces)
Convites anteipados com Alan!!! 8132-4090 se precisar ele leva até você!?Ajude nossa ONG a ajudar outros que precisam de ajuda!!!!!!!!!
Anômalografado por Carlos
1 comentário »Programa SEM BARREIRAS
Finalmente um programa de tv irá cobrir as paraolimpíadas de Pequim e o orgulho maior é saber que minha amiga Carla Maia está no comando desta empreitada!
Arrepia Carlinha! E mostra pro povo que gente com deficiência também compete com profissionalismo!
O SPORTV abre a contagem regressiva para os jogos paraolímpicos de Pequim. A competição começa no dia 6 de setembro e o Brasil será representado pela maior delegação de todos os tempos: 188 atletas em 17 modalidades.
Para marcar o início da cobertura, estréia sexta-feira, 29, o programa SEM BARREIRAS. Vamos mostrar a preparação dos atletas paraolímpicos e como o esporte pode “mexer” com a vida de quem tem uma deficiência. O telespectador acompanhará histórias de todo o país.
No triângulo mineiro encontramos Joana, candidatíssima ao ouro na China. A deficiência visual nunca a impediu de correr nas pistas e em busca de seus objetivos. No Espírito Santo, um desafio é feito a dois atletas paraolímpicos: como eles se viram trocando de modalidade? No Rio Grande do Sul um nadador que não dispensa uma boa balada. Será que o esporte e a noite combinam?
As respostas no primeiro SEM BARREIRAS, sexta-feira, dia 29, às 22h30 no SPORTV.
O programa tem mais uma novidade: dividindo a apresentação o repórter RENATO PETERS e a jornalista e jogadora da seleção brasileira de tênis de mesa paraolímpico CARLA MAIA.
Anômalografado por Tabs
Novela da Bandeirantes terá atriz cadeirante
A jovem Tábata Contri, portadora de deficiência física, integrará o elenco da novela Água na Boca, da Band, a partir do dia 8 de setembro. Ela interpretará Joana, uma ex-namorada do motoboy Zico (Pierre Bittencourt), que ficou paraplégica depois de levar um tiro.
Zico, aliás, se sente culpado pelo que aconteceu com Joana.
A primeira aparição de Tábata, que estréia na telinha, será em um sonho de Zico. Mais para frente, na trama escrita por Marcos Lazarani, os dois personagens se reencontrarão.
4 comentários »Cadeiraço na Paulista
Divulgando!!!
CADEIRAÇO NA PAULISTA
Sábado, 23 de agosto de 2008, às 11h
Ponto de encontro: Parque Trianon
(Avenida Paulista entre rua Peixoto Gomide e alameda Casa Branca)
Queremos te convidar para fazer uma grande manifestação na Paulista.
Mas não queremos protestar, e sim, comemorar.
Vamos percorrer as novas calçadas da avenida Paulista que, depois de reformada, tornou-se a mais acessível do nosso País, uma calçada para todos.
Você que é cadeirante, cego, idoso, gestante, que tem dificuldade de locomoção, usa salto, leva seu filho no carrinho ou simplesmente apóia a causa da acessibilidade, do respeito às diferenças e autonomia de todos os pedestres, junte-se a nós e venha descobrir a nova Paulista.
Sem comentários »1° Seminário Brasileiro de Turismo Adaptado
A Turismo Adaptado está organizando o 1° Seminário Brasileiro de Turismo Adaptado, que acontecerá em São Paulo, no dia 7 de setembro de 2008, no Centro de Exposições Imigrantes, como parte da programação da Adventure Sports Fair, a maior Feira de Esportes e Turismo de Aventura do Hemisfério Sul. A pessoa com deficiência e mobilidade reduzida tem ganhado seu espaço na sociedade mostrando seu valor, e o turismo precisa acompanhar essa evolução. Venha participar deste grande evento, e ajude a divulgar o evento!
PROGRAMAÇÃO
14h - Destinos e Serviços Adaptados (60 minutos)
José Fernandes (Campo e Parque dos Sonhos) - Complexo Turístico
Carlos Tavares (Secretaria de Turismo de Socorro) - Estância Turística
Solange Barbosa (Reality Tour - Tremembé) - Agência de Viagens
15h - Lazer e Deficiência (60 minutos)
Ricardo Shimosakai (Turismo Adaptado) - Deficiência Física
Neivaldo Zovico (FENEIS) - Deficiência Auditiva
Sávio Ramos (Instituto Solus) - Deficiência Visual
Sônia Falcão (Programa Realizza) - Deficiência Mental
16h - Acessibilidade e inclusão no Turismo (60 minutos)
Romeu Sassaki (CVI Araci Nallin)
Dadá Moreira (Aventura Especial)
Isabela Abreu (Grupo Terra)
17h - Turismo para todos: Uma questão de Hospitalidade (60 minutos)
Jani Nayar (Society for Accessible Travel & Hospitality/Nova York)
Samira Smaira (Confinati – Confed.Intern.das Assoc. da Terceira Idade)
Mara Gabrilli (Instituto Mara Gabrilli)
INSCRIÇÕES:
http://www.adventurefair.com.br/forum_palestras/seminario_turismo_adaptado.asp
COMO CHEGAR
O Centro de Exposições Imigrantes está localizado à Rodovia dos Imigrantes km 1,5 e tem fácil acesso através de qualquer meio de transporte.
Metrô:
O Centro de Exposições Imigrantes está a 850m da estação Jabaquara.
Taxi:
Centrais de taxi são disponibilizados nos períodos de feira. Desde a estação Jabaquara do Metrô, pode-se tomar um taxi até o Centro Imigrantes. O telefone da Central de taxis do Terminal Jabaquara é (11) 5588.1387
Carro:
Para uma indicação dos melhores caminhos, acesse: www.apontador.com.br
Estacionamento: O Centro de Exposições Imigrantes possui um estacionamento com capacidade para mais de 4.200 veículos.
Mais informações: http://turismoadaptado.zip.net/
Anômalografado por Carlos
Sem comentários »Qualificados, deficientes relatam dificuldades
Funções aquém da formação e preconceitos são empecilhos
ANDRÉ LOBATO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Escassez de oportunidades e preconceito são obstáculos relatados por pessoas com deficiência que buscam trabalho.
Mesmo no caso de profissionais qualificados, ter diploma universitário ou curso superior em andamento não reduz as dificuldades.
Falta de acessibilidade, atribuição de funções aquém das suas habilidades e desrespeito são alguns dos problemas encontrados por profissionais ouvidos pela Folha.
A biblioteconomista Helena Maranhão, 27, que teve paralisia cerebral e fala e se movimenta com dificuldade, diz ter sido isolada do público em seu último emprego, em uma biblioteca de São Paulo.
Lá, onde trabalhou por três meses, a carteira de trabalho registrava “auxiliar de serviços gerais”. Mesmo desempenhando uma função mais qualificada -Maranhão fazia pesquisa para novas aquisições-, a profissional conta que teve de ficar em uma sala fechada.
“Se a empresa tivesse preparo, eu estaria no balcão, em contato com os usuários.”
Moradora do Itaim Bibi (zona oeste), Maranhão tem acesso a tratamento médico e a um acompanhante para voltar para casa depois do serviço.
Mas, na empresa em que trabalhou e de que foi demitida por “não atender às expectativas”, ela não tinha acesso a um teclado especial, o que agilizaria seu trabalho.
Apesar de concorrer a vagas reservadas a deficientes, a profissional recebe ligações que mostram o despreparo de recrutadores. “Perguntam se estou bêbada. Nunca pensam que é a minha voz normal”, diz.
Acesso
Fernanda Bucci, 25, cursou psicologia até o segundo ano na Unip (Universidade Paulista). Moradora de Perdizes (zona oeste), fala e se locomove com dificuldade, devido à falta de oxigenação que sofreu no momento do parto.
A profissional ressalta que pode assumir muitas funções, mas, para isso, precisa de um mínimo de acessibilidade.
Ela conta já ter ido a mais de 20 entrevistas de emprego desde que saiu da empresa do pai, em 2007. Mesmo lá, sendo filha do dono, conta que o preconceito era grande. “Tinha dificuldade para que cumprissem as minhas ordens”, afirma.
Outros profissionais relatam que, mesmo quando conseguem uma vaga, são alocados em funções que estão aquém da sua qualificação.
A jornalista Leandra Migotto, 31, cadeirante, diz que foi “subaproveitada” na emissora de TV em que trabalhou. “Colocaram-me no telemarketing, não me deram chance”, relata.
Já o estudante maranhense Alex Pereira, 33, desistiu de procurar emprego na iniciativa privada, depois de ter sofrido gozações em um trabalho. Ele pretende terminar a faculdade de jornalismo e prestar um concurso público.
Fonte: Folha de São Paulo
2 comentários »Paulista terá novo piso com 4 meses de atraso e 33% mais caro
Reforma iniciada em julho do ano passado termina até o final deste mês; alterações no projeto custaram R$ 2,7 milhões a mais
Pedestres e entidades elogiam piso acessível a deficientes, mas reclamam de falta de verde, desnível em relação a prédios e primeiros remendos
CINTHIA RODRIGUES
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
JOSÉ ERNESTO CREDENDIO
DA REPORTAGEM LOCAL
A reforma na calçada da avenida Paulista, a principal de São Paulo, termina até o final do mês com atraso, 33% mais cara do que o previsto. A inauguração acontecerá sob críticas de falta de verde, do desnível que o rebaixamento do piso deixou na entrada dos prédios e com os primeiros remendos.
Embora o piso liso e acessível a deficientes físicos seja elogiado pela maioria dos pedestres ouvidos pela Folha, também há queixas contra o projeto -a sujeira ficou mais evidente e perdeu-se a identidade.
Iniciada em julho de 2007, a obra, da Engeform, deveria custar R$ 8,12 milhões e durar nove meses.
Agora, a Secretaria das Subprefeituras afirma que a reforma termina em agosto, com quatro meses de atraso.
A secretaria aumentou o valor pago à empreiteira em R$ 2.692.713,69 alegando que não havia previsto, por exemplo, colocar placas de sinalização no entorno da Paulista para avisar sobre as obras.
Além disso, a pasta comandada por Andrea Matarazzo afirma que foi preciso trocar mais sarjetas e caixas de passagem de concessionárias do que o previsto, entre outras mudanças em relação ao projeto.
Para a superintendente da Associação Paulista Viva, Marly Lemos, não considerar a instalação de placas no projeto é “no mínimo estranho”. “Se o cimento tivesse subido esses 33%, tudo bem, mas não prever coisas óbvias é meio esquisito.”
Segundo ela, a associação, uma das defensoras da acessibilidade na Paulista, não concorda com a nova calçada. “A obra já vai ser entregue com problemas, tem lugar que empoça, desnível para prédios e tampa de caixa em cima de rampa para pedestre.”
Também ficou mais evidente a sujeira. As manchas pretas causam contraste maior no piso liso do que antes, no mosaico português, preto e branco.
A presidente da associação de moradores de Cerqueira Cézar, Célia Marcondes, diz que recebe mais críticas do que elogios. “O piso liso melhorou bastante, mas faltou verde.”
Outro problema são os remendos feitos por empresas que precisam abrir a calçada, como as concessionárias de serviços públicos.
Em frente ao número 286, uma área do tamanho de um carro foi remendada pela Eletropaulo. “Ficou uns 15 dias aberto, depois fecharam assim mesmo”, conta o controlador de acesso do prédio, Cleudson Oliveira de Moura. A prefeitura lançou, na semana passada, uma cartilha com normas de como trabalhar no local.
A própria prefeitura também pode ser obrigada a fazer um recorte nas placas de concreto por exigência do DPH (Departamento de Patrimônio Histórico). O órgão queria manter parte do piso em mosaico e fez um acordo para que uma faixa fosse preservada em frente a seis prédios tombados. A faixa foi colocada em cinco locais, mas falta cumprir o trato no Colégio Rodrigues Alves, que a prefeitura quer renegociar.
Fonte: Folha de São Paulo
Sem comentários »Governo de SP vai vistoriar instalações de faculdades
Objetivo é verificar o que falta para o portador de deficiência nos campi
Paulo Fehlauer/Folha Imagem

Tatiana Dias, 21, faz faculdade de propaganda e marketing
FERNANDA CALGARO
LUISA ALCANTARA E SILVA
DA REPORTAGEM LOCAL
As universidades públicas de São Paulo ainda estão longe de estar completamente adaptadas para receber portadores de deficiência, mas têm se esforçado para atender a esse público.
Para avaliar se as instalações estão de acordo com as exigências, a Secretaria Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência começará a vistoriar os prédios das universidades paulistas até o fim deste ano.
O primeiro destino será o interior. “Sabemos com mais facilidade sobre a situação da capital, pois estamos aqui”, diz a titular da pasta, Linamara Rizzo Battistella. “Agora, na Unicamp e nas unidades da Unesp e da USP no interior, é mais difícil saber o que está faltando.”
A idéia é fazer um mapeamento nessas instituições para descobrir o que precisa ser feito em cada uma delas e avaliar os custos. O governo paulista diz que não há prazo para concluir as melhorias.
A pasta também quer acompanhar de perto as instituições privadas. O foco é facilitar a vida dos 3.471 deficientes matriculados no ensino superior paulista (privado e público), segundo dados de 2006, quando foi feito o último Censo da Educação Superior pelo Inep, ligado ao Ministério da Educação.
A presença dos portadores de deficiência entre os matriculados em universidades é pequena. Pelo censo do Inep de 2006, os alunos com deficiência representavam só 0,15% dos universitários no país. Como comparação, em 2000, no último censo do IBGE, 24,6 milhões de pessoas, ou 14,5% da população no país, eram deficientes.
“Isso reflete a própria exclusão social, que já vem desde o ensino fundamental, por causa do despreparo de professores e da própria família em incentivar esses alunos”, avalia Maria Candida Del Masso, docente do Departamento de Educação Especial da Unesp em Marília. “E também há o lado financeiro, porque materiais e transporte adaptados são caros.”
Desde 2001, a USP tem um programa que visa implementar políticas voltadas para alunos, docentes e funcionários com deficiência, o USP Legal (http://usplegal.saci.org.br). O campus da capital no Butantã (zona oeste), por exemplo, foi todo mapeado, e parte das intervenções já foi realizada.
Em uma pesquisa on-line respondida por cerca de 34 mil dos mais de 57 mil alunos matriculados na graduação, somente 134 pessoas disseram ter alguma deficiência. O resultado é parcial, mas já mostra como esse universo é reduzido.
O número de alunos com deficiência na Unesp também não é expressivo, apesar de não haver dados consolidados. Entre as políticas de inclusão, há a concessão de uma bolsa de R$ 200 para o aluno deficiente. Ele poderá ser auxiliado em sala por um colega, que também receberá R$ 200.
A Unicamp diz que formou uma comissão em 2006 que está reunindo dados relativos aos estudantes deficientes.
Fonte: Folha de São Paulo
1 comentário »Europa terá carro elétrico para motorista em cadeira de rodas
Kenguru foi projetado para a cadeira de rodas ter a função de banco.
Veículo atinge 50 km/h e tem autonomia para rodar por 50 km.

Kenguru atinge a velocidade de 50 km/h (Foto: Divulgação)
O primeiro veículo elétrico criado especialmente para motoristas que usam cadeiras de rodas, o Kenguru, começa a ser comercializados no Reino Unido no segundo semestre deste ano. O preço do carro ainda não foi definido pela fabricante húngara, especializada em produtos para deficientes físicos.
Por ser elétrico, o modelo atinge velocidade máxima de 50 km/h e tem autonomia para rodar por 50 km sem recarga. Ele pesa 290 kg e tem 2.150 mm de comprimento.
O carro tem capacidade para uma pessoa e foi projetado para a cadeira de rodas ter a função de banco, graças ao conjunto de travas instalado no interior do veículo.
Para facilitar o acesso do cadeirante, a porta fica na parte traseira. Além disso, a direção foi desenvolvida no mesmo conceito do guidão das motocicletas. Segundo a fabricante, em breve, haverá a opção de joystick. Controlado eletronicamente, o Kenguru não anda se a porta estiver aberta ou se a cadeira de rodas não estiver na posição correta.

Para facilitar o acesso do cadeirante, a porta fica na parte traseira (Foto: Divulgação)

Veículo foi projetado para a cadeira de rodas ter a função de banco (Foto: Divulgação)
Fonte: Portal G1
Link da notícia: http://g1.globo.com/Noticias/Carros/0,,MUL716939-9658,00-EUROPA+TERA+CARRO+ELETRICO+PARA+MOTORISTA+EM+CADEIRA+DE+RODAS.html

