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	<title>blog.movimentosuperacao.com.br</title>
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	<description>Movimento SuperAção é a favor da INCLUSÃO TOTAL, para que TODOS tenham direitos iguais.</description>
	<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 20:14:35 +0000</pubDate>
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		<title>Indústria é o setor que mais inclui deficientes em São Paulo</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 20:14:35 +0000</pubDate>
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		<category>Caverna do Dragão</category>

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		<description><![CDATA[O Globo
SÃO PAULO - Balanço da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo (SRTE/SP) referente ao cumprimento da Lei de Cotas no estado para o primeiro quadrimestre de 2008 mostra que a indústria de transformação é líder na inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. São Paulo responde por 42,77% das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Globo</p>
<p>SÃO PAULO - Balanço da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo (SRTE/SP) referente ao cumprimento da Lei de Cotas no estado para o primeiro quadrimestre de 2008 mostra que a indústria de transformação é líder na inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. São Paulo responde por 42,77% das quotas em todo o país. </p>
<p>O estado precisa preencher 257.686 vagas e já conseguiu a inclusão de 82.301 pessoas com deficiência, o que representa um percentual de inserção de 31,94%. Desse total, a indústria participa com 31,36% da quota, tendo que preencher 80.799 vagas para deficientes. Até abril deste ano o setor alcançou um percentual de 40,46% de inclusão, inserindo 32.688 trabalhadores pela Lei de Cotas. </p>
<p>Respondendo pela terceira posição em relação ao tamanho da quota (15,61%), o comércio teve o segundo maior índice de inclusão, com 30,87% de inserção, totalizando 12.416 pessoas com deficiência empregadas. </p>
<p>A seguir, o setor de serviços, cuja quota representa 16,98% do total de vagas, conseguiu a inserção de 21,83% da meta, totalizando 9.556 trabalhadores. Somados, os três setores, conforme a Cnae (Classificação Nacional de Atividades Econômicas, respondem por 63,95% da quota no estado de São Paulo. </p>
<p>Os resultados refletem o alcance do Programa de Inclusão das Pessoas com Deficiências no Mercado de Trabalho desenvolvido dentro do Programa de Ação Interinstitucional da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego. Executado exclusivamente no Estado de São Paulo, o Programa prevê sensibilização e orientação para empresários, bem como prazos ampliados para o cumprimento da Lei de Cotas, com monitoramento mensal das metas de inclusão das empresas por parte da Superintendência. </p>
<p>- Não buscamos meramente a aplicação de multas. Neste caso, autuação é falta de resultados. Sem deixar de lado nosso papel de fiscais, o que pretendemos com o programa é o fortalecimento do nosso papel de agentes de transformação social, com a efetiva inclusão das pessoas com deficiência - comenta a superintendente Lucíola Rodrigues Jaime. </strong></p>
<p>Fonte: O Globo<br />
Link da notícia: <a href="http://oglobo.globo.com/economia/mat/2008/07/21/industria_o_setor_que_mais_inclui_deficientes_em_sao_paulo-547337573.asp      ">http://oglobo.globo.com/economia/mat/2008/07/21/industria_o_setor_que_mais_inclui_deficientes_em_sao_paulo-547337573.asp      </a>
</p>
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		<title>SP terá 80 táxis adaptados para transporte de deficientes</title>
		<link>http://blog.movimentosuperacao.com.br/2008/07/23/sp-tera-80-taxis-adaptados-para-transporte-de-deficientes/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 20:08:22 +0000</pubDate>
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		<category>Caverna do Dragão</category>

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		<description><![CDATA[Tarifa cobrada será a mesma dos demais táxis que circulam pela cidade.
Veículos são minivans com teto mais alto para transporte do cadeirante.
A Prefeitura de São Paulo apresentou nesta quarta-feira (23), em evento na Zona Sul, um modelo de táxi adaptado para o transporte de passageiros com deficiência física ou mobilidade reduzida. A tarifa cobrada será [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Tarifa cobrada será a mesma dos demais táxis que circulam pela cidade.<br />
Veículos são minivans com teto mais alto para transporte do cadeirante.</p>
<p>A Prefeitura de São Paulo apresentou nesta quarta-feira (23), em evento na Zona Sul, um modelo de táxi adaptado para o transporte de passageiros com deficiência física ou mobilidade reduzida. A tarifa cobrada será a mesma dos táxis. O governo municipal irá emitir 80 novos alvarás de táxi que prestarão serviço específico para os cadeirantes. </p>
<p>Os veículos modificados são minivans que precisarão seguir as especificações determinadas pela prefeitura. Entre as mudanças exigidas no táxi, estão um teto maior na parte de trás do veículo para que o passageiro possa ser transportado na cadeira de rodas e a instalação de equipamento para viabilizar embarque e desembarque do cadeirante.</strong></p>
<p><a href="/up/m/mo/blog.movimentosuperacao.com.br/img/.resized_0__15142227_EX_00.jpg" onclick="lw_image_popup('/up/m/mo/blog.movimentosuperacao.com.br/img/0__15142227_EX_00.jpg',535,335,'0  15142227 EX 00 - 0  15142227 EX 00'); return false;"><img src="/up/m/mo/blog.movimentosuperacao.com.br/img/.resized_0__15142227_EX_00.jpg" alt="0  15142227 EX 00 - 0  15142227 EX 00" title="0  15142227 EX 00 - 0  15142227 EX 00" /></a><br />
Minivan adaptada para transporte de cadeirantes em São Paulo (Foto: Luciana Bonadio/G1)</p>
<p><strong>Os taxistas que já possuem alvará poderão participar do sorteio, cuja inscrição será feita na Secretária de Transportes, mas precisará migrar para o novo serviço. “Não pode uma única pessoa acumular dois alvarás. O taxista vai ter que largar o outro”, afirmou o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), que participou do lançamento do projeto na sede da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), na Zona Sul. </p>
<p>O prefeito afirmou que será exigido do taxista que ele preste serviço apenas para os portadores de deficiência. “O proprietário do veículo que tem esse alvará e utilizá-lo de maneira diferente terá cassado seu alvará e as multas serão bastante expressivas”, afirmou o prefeito. Kassab espera que a demanda seja “expressiva” e afirmou que há a possibilidade de outros alvarás serem liberados. </p>
<p>O custo da adaptação, de acordo com a prefeitura, será de R$ 20 mil a R$ 25 mil – sem incluir o valor do veículo. Os táxis ficarão distribuídos em pontos em diversas regiões da cidade, principalmente perto de hospitais especializados no tratamento de deficientes. A prefeitura promete disponibilizar ainda um serviço de radiotáxi para facilitar o acesso dos deficientes aos veículos. </p>
<p>A regulamentação do serviço será publicada nos próximos dias em portaria no Diário Oficial do Município. O prefeito preferiu não falar em prazos para que os táxis comecem a circular pela cidade. “A nossa meta é que o mais rápido possível esse serviço esteja à disposição de todos os cadeirantes.” </p>
<p>O secretário Municipal de Transportes, Alexandre de Moraes, informou que a adaptação do veículo pode demorar de 45 a 90 dias, dependendo da empresa escolhida para fazer o serviço. Mas a prefeitura espera que ela seja mais rápida e ocorra dentro de 30 dias após o sorteio. Depois da instalação dos equipamentos, será feita uma inspeção para atestar que o veículo fez as mudanças necessárias. </p>
<p>Mudanças em veículo </p>
<p>Uma empresa foi a responsável pelos estudos que levaram ao modelo que a prefeitura irá adotar. De acordo com o gerente comercial da empresa, Raul de Oliveira Neto, os veículos terão espaço para mais duas pessoas, além do cadeirante e do motorista. A grande preocupação foi com a segurança do deficiente. “Os riscos de acidentes foram muito minimizados. O teto é alto, por exemplo, para atender a um universo maior de cadeirantes”, disse. </p>
<p>A iniciativa foi comemorada por deficientes presentes no evento. Uma delas é a assessora de gabinete Flávia Maria de Paiva Vital, que trabalha na Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Ela participou de uma demonstração dos mecanismos do novo táxi. Para Flávia, os novos veículos devem garantir a autonomia aos deficientes. “O táxi acessível é uma demanda antiga das pessoas com deficiência e preenche uma lacuna no transporte público”, disse. </strong></p>
<p>Fonte: Portal G1<br />
Link da notícia: <a href="http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL689195-5605,00.html">http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL689195-5605,00.html</a>
</p>
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		<title>Deficientes visuais descobrem no surfe uma maneira de se divertir no Rio</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 17:45:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dragão</dc:creator>
		
		<category>Caverna do Dragão</category>

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		<description><![CDATA[Mesmo sem enxergar, eles aproveitam para descobrir ou relembrar as belezas do mar carioca.
Deficientes visuais, no Rio, se inspiram em Kelly Slater e aproveitam as belezas do mar carioca, mesmo sem enxergar. 




Fonte: Globo Esporte
Link da reportagem: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Surfe/0,,MUL652451-15051,00-DEFICIENTES+VISUAIS+DESCOBREM+NO+SURFE+UMA+MANEIRA+DE+SE+DIVERTIR+NO+RIO.html

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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Mesmo sem enxergar, eles aproveitam para descobrir ou relembrar as belezas do mar carioca.</p>
<p>Deficientes visuais, no Rio, se inspiram em Kelly Slater e aproveitam as belezas do mar carioca, mesmo sem enxergar. </strong></p>
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<p>Fonte: Globo Esporte<br />
Link da reportagem: <a href="http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Surfe/0,,MUL652451-15051,00-DEFICIENTES+VISUAIS+DESCOBREM+NO+SURFE+UMA+MANEIRA+DE+SE+DIVERTIR+NO+RIO.html">http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Surfe/0,,MUL652451-15051,00-DEFICIENTES+VISUAIS+DESCOBREM+NO+SURFE+UMA+MANEIRA+DE+SE+DIVERTIR+NO+RIO.html</a>
</p>
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		<title>NOTURNO CADEIRANTES DE VOLTA AOS PALCOS</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 18:27:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dragão</dc:creator>
		
		<category>Caverna do Dragão</category>

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		<description><![CDATA[
O musical Noturno já existe há 17 anos, ele não foi escrito para os cadeirantes fazerem, mas em 2003 Deto Montenegro, diretor da Oficina dos Menestréis, com a ajuda da Carol e da Tabata organizaram um elenco de 20 pessoas cadeirantes e assim surgiu o projeto Noturno Cadeirantes, a peça com seus textos e músicas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="centralizado"><img src="/up/m/mo/blog.movimentosuperacao.com.br/img/Logo_Noturno_Cadeirantes.jpg" alt="Logo Noturno Cadeirantes - Logo Noturno Cadeirantes" title="Logo Noturno Cadeirantes - Logo Noturno Cadeirantes" /></div></p>
<p>O musical Noturno já existe há 17 anos, ele não foi escrito para os cadeirantes fazerem, mas em 2003 Deto Montenegro, diretor da Oficina dos Menestréis, com a ajuda da Carol e da Tabata organizaram um elenco de 20 pessoas cadeirantes e assim surgiu o projeto Noturno Cadeirantes, a peça com seus textos e músicas serviram como uma luva pra esse elenco, foi um sucesso, a peça ficou em cartaz durante o ano de 2004 inteiro, entre apresentações no teatro Dias Gomes, e também com edições especiais como a do Tom Brasil e a do teatro Gazeta produzido pela Dizáine Comunicações e com o apoio de grandes empresas. Também foi apresentado em Indaiatuba, São Carlos, Bauru, etc.<br />
Depois esse projeto virou Cia. Mix Menestréis e contou com a presença de atores cegos, de muletas e também atores e músicos sem deficiência onde montaram outros musicais como o Good Morning São Paulo, Vale Encantado e Banquete da Vida.</p>
<p>Mas o original só tinha cadeirantes no palco, e é esse que vocês vão poder assistir nos póximos finais de semana.</p>
<p>Depois de quatro anos o musical volta com a presença de alguns menetréis do elenco original e também com novos integrantes!</p>
<p>&#8211;</p>
<p><img src="/up/m/mo/blog.movimentosuperacao.com.br/img/louie_20louie_201_20374x249___1_.jpg" alt="louie 20louie 201 20374x249   1  - louie 20louie 201 20374x249   1 " title="louie 20louie 201 20374x249   1  - louie 20louie 201 20374x249   1 " /></p>
<p>Em cartaz o musical &#8220;<strong>NOTURNO</strong> projeto <strong>CADEIRANTES</strong>&#8220;, de Oswaldo Montenegro, com direção de Deto Montenegro em curtíssima temporada.</p>
<p>Nos dias 19, 20, 26 e 27 de Julho e 02 e 03 de Agosto, sábados 21h e domingos 20h</p>
<p>Teatro Dias Gomes, rua Domingos de Moraes, nº 348, Vila Mariana (próximo a estação Ana Rosa do metrô).</p>
<p>Ingressos antecipados com o elenco é 15 conto!</p>
<p>Na hora(bilheteria), R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia).</p>
<p>Informações (11) 5575-7472</p>
<p><a href="http://www.oficinadosmenestreis.com.br"></p>
<p><strong>http://www.oficinadosmenestreis.com.br</strong></p>
<p><a href="http://www.menestreis.campogeral.com.br"></p>
<p><strong>http://www.menestreis.campogeral.com.br</strong></p>
<p>&#8211;</p>
<p><strong>As empresas que se interessarem e quiserem podem entrar com uma cota de apoio cultural!<br />
Aguardamos o contato de vocês!<br />
</strong><br />
&#8211;</p>
<p><div class="alinhar_esq"><img src="/up/m/mo/blog.movimentosuperacao.com.br/img/butIstill3.jpg" alt="butIstill3 - butIstill3" title="butIstill3 - butIstill3" /></div></p>
<p>Te vejo lá!</p>
<p><strong>Anômalografado por Tabs ; )</strong></p>
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		<title>Perfil - Marilyn Hamilton</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 19:30:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dragão</dc:creator>
		
		<category>Caverna do Dragão</category>

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Marilyn Hamilton, americana paraplégica, que transformou-se em uma das mais importantes empreendedoras dos EUA
Esta americana paraplégica, que transformou-se em uma das mais importantes empreendedoras dos EUA, revolucionando o mundo das cadeiras de rodas de alta tecnologia e performance, esteve presente na REATECH 2008 trazendo seus conhecimentos a nós brasileiros e também para divulgar sua parceria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="centralizado"><img src="/up/m/mo/blog.movimentosuperacao.com.br/img/Marilyn_1.jpg" alt="Marilyn 1 - Marilyn 1" title="Marilyn 1 - Marilyn 1" /></div></p>
<p><strong>Marilyn Hamilton, americana paraplégica, que transformou-se em uma das mais importantes empreendedoras dos EUA</strong></p>
<p>Esta americana paraplégica, que transformou-se em uma das mais importantes empreendedoras dos EUA, revolucionando o mundo das cadeiras de rodas de alta tecnologia e performance, esteve presente na REATECH 2008 trazendo seus conhecimentos a nós brasileiros e também para divulgar sua parceria com um importante fabricante de cadeiras de rodas nacional&#8230;</p>
<p>http://www.amputadosvencedores.com.br/UserFiles/Image/entrevista1.jpg</p>
<p>Quem esteve na Reatech 2008 e viu a qualidade e a sofisticação das cadeiras de rodas expostas na feira, tanto importadas quanto de produção nacional, mal podia imaginar que uma das pessoas responsáveis por iniciar o processo de modernização desta indústria em todo o planeta estava presente no evento, como expositora e palestrante. Trata-se de Marilyn Hamilton, uma norte americana de 58 anos, que conseguiu transformar o trauma da paraplegia numa idéia que a transformou em uma das mais importantes empreendedoras dos Estados Unidos em sua especialidade, a de fabricar cadeiras de rodas.</p>
<p>Marilyn foi a responsável por revolucionar a vida das pessoas com deficiência através da empresa Quickie, a primeira fábrica do mundo a produzir cadeiras de rodas de alta tecnologia e performance em larga escala. E fez muito mais pela inclusão das pessoas com deficiência e a toda sociedade, através da fundação de entidades como a WOW - Winner on Wheels (vencedores em cadeiras de rodas), dedicada a realizar ações afirmativas para crianças e adolescentes com deficiência física.</p>
<p>Em sua saga de superação de desafios e de luta pela melhoria contínua em sua vida pessoal, profissional e coletiva, Marilyn saiu de uma vida comum como professora secundarista no interior dos EUA para a posição de para-atleta premiada (foi campeã de Tênis em Cadeira de Rodas e medalha de prata nas paraolimpíadas de inverno na Áustria em 1984 em Sky sentado, e vice-campeã mundial na modalidade em 1982). Além disso, tornou-se uma das maiores executivas do segmento em que, com certeza, ela pode ser considerada um marco divisor, uma referência de “antes” e “depois”.<br />
Presente no Brasil durante a Reatech 2008 para apresentar a palestra: “Desafie seus limites”, e mostrar seu empreendimento de consultora de negócios e conferencista motivacional, Marilyn concedeu uma entrevista exclusiva à Revista Nacional de Reabilitação (Reação), na qual falou muito sobre sua via, seus desafios e sua concepções de vida. Acompanhem:</p>
<p><strong><br />
REVISTA REAÇÃO</strong> - Conte-nos um pouco de sua vida antes de do acidente que a deixou paraplégica.<br />
<strong>Marilyn Hamilton </strong>– Nasci em 1949 numa pequena cidade da Califórnia, chamada Reedley, e fui criada em Dinuba, onde conclui meus estudos básicos. Era uma garota típica do interior, cheia de sonhos e de expectativas sobre a vida. Fiz minha graduação universitária em economia doméstica, juntamente com o meu primeiro marido, Rick Hamilton, na Cal Poly (California Polytechnic State University), na cidade de San Luis Obispo. Após a formatura, passamos um período de nossas vidas lecionando em escolas de ensino médio (High School) na Austrália, a convite do governo australiano, e aprendi muito. Mais do que trabalhar em outro país, a minha experiência foi de assumir riscos, enfrentar e não fugir dos desafios. Eu não era uma pessoa que se interessasse em seguir o padrão e fazer tudo igual aos outros. Eram tempos duros, mas foram de grande proveito. Após este período na Austrália, voltamos para os EUA e fomos morar perto de Fresno, também na Califórnia, onde meu marido foi administrar uma fazenda da família que produzia frutas, que exportávamos para o mundo inteiro. Foi nesta época que sofri o acidente.</p>
<p><strong>RR</strong> - Fale sobre seu acidente e o processo de reabilitação.<br />
<strong>MH</strong> – Eu adorava esportes, tinha uma vida muito ativa, e na década de 70, nos Estados Unidos, eu era uma das únicas mulheres do país a voar de Asa Delta, e achava o vôo uma coisa fantástica. Voei por 5 anos, era uma piloto experiente e adorava subir nas montanhas e saltar. Mas, num dia desses, antes de saltar, não conectei a trava de segurança que me segurava na asa, e estando em frente do abismo, na rampa de lançamento, corri, saltei, mas escorreguei e a asa virou. Como era previsível, não consegui estabilizar a asa ou acionar meu pára-quedas, não pude evitar a montanha, caí de uma altura de 18 metros e quebrei a coluna. A partir daí minhas esperanças foram embora, meus sonhos encobertos e reconheci que a vida não ia ser o que eu imaginava. Então comecei minha reabilitação e fiquei no hospital apenas três semanas. Eu era muito impaciente, queria seguir adiante com minha vida e o fato dos médicos dizerem que eu teria que ficar internada por 6 meses era inaceitável para mim. Eu precisava seguir adiante e disse a eles: “me ensinem o que eu tenho que fazer que faço em casa” (risos). Coloquei alguns equipamentos de fisioterapia na sala da minha casa e comecei a reconfigurar minha vida. Comecei a andar em pequenos trechos e realmente acreditei que iria voltar a fazê-lo. Lia artigos sobre o tema e passei 5 anos tentando muito duramente voltar a andar, porque da minha maneira, não estava aceitando minha deficiência&#8230; eu gerenciava minha deficiência e gerenciava o que queria que acontecesse.</p>
<p><strong>RR</strong> - Houve alguma pessoa que lhe apoiou ou serviu de inspiração na época?<br />
<strong>MH</strong> – Minha inspiração nesta época foi o Tio Bill (tetraplégico, tio do primeiro marido de Marilyn). Ele trabalhava com o cultivo de uvas da família e era um grande negociante de frutas. Como meu marido cuidava da fazenda, decidi trabalhar com o Tio Bill enquanto fazia a reabilitação, e nessa época não queria mais atuar com educação. Tio Bill me ajudou muito. Ele me fez entender que a gente pode sonhar com qualquer coisa e que nós podemos fazer as coisas acontecerem. “Levante para os seus sonhos, pois você pode fazer o que quiser”, dizia ele para mim. Tio Bill ficou tetraplégico cedo e não desistiu de sua vida, foi para Loyola Law School e para a UCLA - University of California, Los Angeles, e se tornou advogado. Ele foi minha grande inspiração e tive sorte de tê-lo ao meu lado nesta época.</p>
<p><strong>RR</strong> - Como foi que se envolveu na produção de cadeiras de rodas?<br />
<strong>MH </strong>– Então, como eu ia dizendo, estava trabalhando como comerciantes de frutas com Tio Bill e fazendo as minhas coisas, e ele sempre me dizendo: “vá atrás dos seus sonhos seja ativa de novo!”. Foi então que resolvi retomar minhas atividades ao ar livre e em Fresno/CA, perto da cidade onde eu trabalhava, comecei a jogar tênis em cadeiras de rodas. Me realizei como pessoa, mas vi que o “dinossauro”, a cadeira de rodas de quase 30 Kg que eu usava, não iria funcionar. Cheguei a usar 3 cadeiras de rodas no primeiro ano e paguei caro por elas. As cadeiras que eu usava não eram exatamente a minha idéia de uma cadeiras de rodas. E foi aí que pensei: minha asa delta era como um brinquedo! Ela tinha cores e dispositivos de retirada rápida, você tirava as amarras e as asas de forma rápida, e elas tinham mais tecnologia que aquilo que eles me davam como sendo as minhas pernas. Eu não compreendia aquilo! E o que ocorreu foi que, fiz a seguinte pergunta: porque não transferir as tecnologias usadas na fabricação de asas deltas para as cadeiras de rodas? Então falei sobre essa idéia ao meu marido e ele achou que eu estava brincando, pois seriam necessários muitos recursos para concretizar esta idéia. Daí surgiu a idéia que gerou a Motion Designs, menos de um ano depois do meu acidente, em 1979. Foi esta pequena empresa que projetou e manufaturou as hoje famosas no mundo todo, cadeiras Quickie.</p>
<p><strong>RR </strong>- Como esta pequena empresa começou a produzir?<br />
<strong>MH</strong> – Eu pensava, desejava, sonhava com uma cadeira de rodas melhor e isto me motivou muito, pois estava reconfigurando minha vida em cima de novos objetivos. Eu chamei dois amigos, Jim e Don, e os convidei para trabalhar comigo neste projeto, e eles se tornaram meus parceiros. Na época, estavam fabricando asa deltas e o que nós fizemos foi adicionar às cadeiras de rodas uma tecnologia que envolvesse: peso leve, alta performance e ajustabilidade total, ao contrário dos “dinossauros” que já vinham há anos sendo feitos de uma forma padronizada (e sem graça). Nós fizemos um produto ajustado às necessidades e desejos dos consumidores, falamos com os médicos e com os negociantes para ver o que eles queriam e alinhamos as necessidades deles com os desejos do mercado. Mas nós fomos mais longe, e colocamos cores alegres, pois naquela época quase que só havia um horroroso aço inox, e programamos nossa produção para o uso de equipamentos CNC - Computer Numeric Control, no qual cada cadeira e peça, seja ela qual for, seria intercambiável com qualquer outra do mesmo modelo. Isso nos ajudou muito na época, pois os concorrentes faziam as cadeiras com processos industriais que não garantiam a mesma qualidade. Tivemos que fazer tudo diferente. Um novo modelo de cadeira, um novo modelo de fabricação e também um novo modelo de negócios, pois o mercado não estava preparado para a mudança. E conseguimos. O nome da marca veio de um amigo meu, que fabricava aviões de brinquedo, que ele chamava de Quickie (que traduzindo é rápidinho, ligeirinho), e eu gostei muito do nome, pois representava o que eu gostaria que a cadeira fosse: um produto alegre e divertido.</p>
<p><strong>RR </strong>- Como a pequena Quickie se tornou um gigante na produção de cadeiras de rodas?<br />
<strong>MH</strong> – A partir do trabalho inicial, houve um processo de crescimento estratégico, no qual tínhamos que ter cuidado com as vendas. Como todos estavam acostumados a outro tipo de produto, os vendedores tiveram que aprender a medir de forma diferente e atender de forma também diferente, e isso nos deu a responsabilidade de promovermos um crescimento controlado, pois não teríamos condições de atender muitos pedidos. Meu segundo marido, Robert Hamilton, que comercializa produtos na área, lembra que, na época, uma cadeira Quickie não parecia uma cadeira de rodas. Era uma coisa fora do normal, com suas cores, seu design, seus dispositivos. Nós pensamos nisso e como sabíamos que não conseguiríamos atender a todos se houvesse um grande volume de pedidos, planejamos nosso trabalho para vender a quem realmente entendesse os diferenciais do que estava comprando. No início foi duro, nós passamos por muitas dificuldades, e os sócios da empresa ficaram três anos trabalhando em outros empregos até poderem se dedicar integralmente à Quickie. O grande salto ocorreu quando lançamos nosso primeiro modelo dobrável, que ficou em segredo por muito tempo. Tínhamos U$ 500 mil de caixa, 300 cadeiras fabricadas e prontas para remessa, e participamos de dois diferentes eventos com médicos (Kansas City) e atletas (Hawaii). Logo que as lançamos, todos os engenheiros das fábricas concorrentes se focaram em copiar a cadeira, mas nós tínhamos um diferencial que eles levaram 6 meses para nos superar e foi aí que começamos a crescer de verdade. Em 1986 nossa empresa foi vendida a Sunrise Medicals e eu ocupei por 21 anos o cargo de vice-presidente de planejamento estratégico Global, época na qual a marca Quickie se consolidou no mercado de alta performance e qualidade superior.</p>
<p><strong>*Marilyn hoje não atua mais como executiva da Sunrise e se dedica à sua empresa de consultoria em negócios.</strong></p>
<p><strong>RR </strong>- Além da questão profissional, como você encara os desafios da vida e como aplicou sua experiência pessoal na busca por metas profissionais?<br />
<strong>MH </strong>– Eu acredito que o maior recurso, o alicerce de tudo, são os nossos valores, atitudes e como nós vemos e encaramos nossas vidas (principalmente quando diante das dificuldades). É muito importante, por isso, iniciar com o que eu considero o nosso maior alicerce: como encaramos a nós mesmos. Se quando eu sofri o acidente, acreditasse que eu era uma pobre garota que não poderia fazer nada, então teria sido uma pobre garota que não poderia mais fazer nada&#8230; Todos nós podemos realizar coisas maravilhosas. O tio Bill me ensinou isso, minha mãe e meu pai me ensinaram isso, meu marido hoje me diz isso&#8230; mas somos nós que temos que acreditar que somos capazes. E isso não acontece da noite para o dia, é um sistema de crenças. Em toda a minha vida busquei as coisas muito ativamente e sempre digo que, nós não podemos controlar nossas vidas, mas controlar nossas respostas a ela, e o mais importante é como fazemos isso. Se nós fazemos isso corretamente, se começamos a desejar o sucesso, construindo-o a cada dia, ficamos mais confiantes e desejamos fazer cada vez mais coisas, e isso é crítico, é um (grande) ponto de partida. Eu avalio a minha vida como uma tentativa de inspirar as pessoas, pois se não posso motivar você, pelo menos inspirar eu posso. Se ajudar você a se conhecer melhor e se, a partir daí você tiver um “click” (um despertar), você alcança a motivação pessoal para conquistar suas metas, seus sonhos e, com isso, vem toda uma corrente de relacionamentos que começam na família e passam por todas as pessoas pelo seu caminho. Ninguém, basicamente, pode fazer nada por você. Tudo depende de você mesmo. Na minha vida eu fui muito afortunada, tive um monte de oportunidades maravilhosas, mas antes eu era a mesma pessoa que sou hoje, estou apenas fazendo as coisas de forma diferente.</p>
<p><strong>RR</strong> - Deixe uma mensagem para os leitores brasileiros?<br />
<strong>MH </strong>– Foi estimulante ver muitas pessoas com diversos tipos de deficiência aqui na Reatech, correndo atrás de seus objetivos&#8230; eu amei a quantidade e qualidade de produtos e as cores, a alegria, e a tecnologia apresentadas. Gostaria de agradecer ao Paulo Fernandes, da Tok Leve, pela parceria que me deu a oportunidade de estar aqui no Brasil, e aos brasileiros pela boa acolhida. Penso que nós todos (PPDs), temos muitas histórias paralelas, um pouco diferentes nos detalhes, mas muito parecidas, quase as mesmas no sentido de lutarmos para superar nossos desafios. Termino esta entrevista com uma frase que é um dos meus lemas: “desafie seus limites. Se você não pode levantar da cadeira de rodas, levante para a vida !!!”</p>
<p><strong>OLHO:</p>
<p><em>“Não limite seus desafios, desafie seus limites”</em><br />
Marilyn Hamilton</strong></p>
<p>Fonte:  <a href="http://www.revistareacao.com/entrevista.php ">http://www.revistareacao.com/entrevista.php </a></p>
<p><strong>Anômalografado por Tabs! ; )</strong>
</p>
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		<title>Deficientes ainda têm dificuldade para se locomover no Brasil</title>
		<link>http://blog.movimentosuperacao.com.br/2008/07/11/deficientes-ainda-tem-dificuldade-para-se-locomover-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 17:46:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dragão</dc:creator>
		
		<category>Caverna do Dragão</category>

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		<description><![CDATA[O Brasil aderiu à Convenção da ONU, onde se compromete a dar trabalho e oportunidade aos portadores de deficiência. Mas, na prática, os deficientes sofrem bastante por não ter condições de acesso.




Fonte: Globo Vídeo
Link da reportagem: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM853098-7823-DEFICIENTES+AINDA+TEM+DIFICULDADE+PARA+SE+LOCOMOVER+NO+BRASIL,00.html

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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Brasil aderiu à Convenção da ONU, onde se compromete a dar trabalho e oportunidade aos portadores de deficiência. Mas, na prática, os deficientes sofrem bastante por não ter condições de acesso.</strong></p>
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<p>Fonte: Globo Vídeo<br />
Link da reportagem: <a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM853098-7823-DEFICIENTES+AINDA+TEM+DIFICULDADE+PARA+SE+LOCOMOVER+NO+BRASIL,00.html">http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM853098-7823-DEFICIENTES+AINDA+TEM+DIFICULDADE+PARA+SE+LOCOMOVER+NO+BRASIL,00.html</a>
</p>
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		<title>Os bares e a Acessibilidade</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 19:01:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dragão</dc:creator>
		
		<category>Caverna do Dragão</category>

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		<description><![CDATA[Sexta-feira é dia de happy hour e, depois do trabalho, muita gente vai tomar um chope com os amigos. Para alguns, no entanto, o programa pode ser um transtorno. É que os bares da cidade praticamente ignoram um público muito especial. Segundo dados do IBGE, há em São Paulo cerca de 1,5 milhão de pessoas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Sexta-feira é dia de happy hour e, depois do trabalho, muita gente vai tomar um chope com os amigos. Para alguns, no entanto, o programa pode ser um transtorno. É que os bares da cidade praticamente ignoram um público muito especial. Segundo dados do IBGE, há em São Paulo cerca de 1,5 milhão de pessoas com algum tipo de deficiência física. É gente que usa cadeiras de rodas ou tem algum outro tipo de dificuldade de locomoção, não enxerga ou não ouve. Muitas trabalham e vivem com independência e autonomia, mas, na hora de se divertir, esbarram em lugares e pessoas despreparadas para recebê-las. Os bares da cidade praticamente ignoram esse público. </p>
<p>Dos mais de 250 endereços que fazem parte do banco de dados do Portal Veja São Paulo, apenas 39% tem condições mínimas para receber portadores de deficiência física: rampa e banheiro adaptado. O escritor Marcelo Rubens Paiva, tetraplégico desde que sofreu um acidente no fim dos anos 70, diz que já perdeu a conta das situações constrangedoras pelas quais passou. “Eles [os bares] falam que têm acesso, mas quando chego lá tem um ou dois degraus. Isso não é acesso, porque para entrar você precisa ser carregado. E, às vezes, é chato ser carregado.” </strong><br />
<div class="alinhar_esq"><img src="/up/m/mo/blog.movimentosuperacao.com.br/img/abre_marcelo.jpg" alt="abre marcelo - abre marcelo" title="abre marcelo - abre marcelo" /></div><br />
A noite também é deles: Marcelo Rubens Paiva na noite de estréia de<br />
um espetáculo na cidade Foto: Daniela Toviansky</p>
<p><strong>Deficientes visuais e auditivos também precisam de condições especiais para serem integrados ao ambiente de um jeito confortável. Isso inclui oferecer cardápio em braile e funcionários capazes de atender sem constranger e também de minimizar possíveis limitações do ambiente. Markiano Charan Filho, presidente da Associação de Deficientes Visuais e Amigos (Adeva), é cego. “É fundamental que os funcionários sejam treinados para receber as pessoas”, diz. “Uma vez, entrei em um bar para perguntar se eles tinham cardápio em braile e o garçom achou que eu estava pedindo esmola.” </p>
<p>Ser acessível é um dever </p>
<p>A legislação federal prevê que todo edifício aberto ao público seja acessível. Esse conceito amplo não diz respeito só à entrada e à saída em um prédio. É preciso oferecer condições para que todos transitem pelo local e comuniquem-se com autonomia. Quem deve cobrar as condições adequadas dos estabelecimentos é a subprefeitura do bairro, que emite o alvará de funcionamento. “Existe uma lei municipal que diz que locais de reunião com mais de 100 pessoas são obrigados a ter acesso para deficientes. Com base nisso, alguns lugares alegam ter circulação inferior a esse número. Mas a legislação federal afirma que qualquer edifício público ou privado deve ser acessível”, diz a vereadora Mara Gabrilli (PSDB), que é tetraplégica e luta por melhores condições de vida para os deficientes. </p>
<p>Na tentativa de melhorar essa situação, uma saída pode ser estimular comportamentos adequados com reconhecimento. Essa é a opinião de Renato Baena, atual secretário municipal da pessoa com deficiência e mobilidade reduzida. Baena explica que a prefeitura vem desenvolvendo desde 2005 um programa que confere estrelas para estabelecimentos comerciais com bom nível de acesso. Funcionará assim: os donos dos lugares contratarão arquitetos treinados pela secretaria para fazer uma vistoria, uma avaliação do lugar, e conferir uma espécie de relatório de acessibilidade. Os dados serão auditados pela prefeitura. Quanto melhor a acessibilidade, mais estrelas a casa terá em sua placa (ou selo), exibida para os clientes. “A conquista é gradativa. É necessário criar costumes antes de leis. Nós importamos um conceito, mas os hábitos não foram assimilados pela sociedade”, diz Baena. Essa sinalização estará na porta de 1500 lugares já inscritos no programa, que será lançado oficialmente em agosto deste ano. Infelizmente os bares ainda não sentiram-se estimulados a aderir ao projeto, já que nenhum se candidatou à plaquinha estrelada.</strong></p>
<p>Fonte: Portal Veja São Paulo<br />
Link da reportagem: <a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/servico-deficiente/">http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/servico-deficiente/</a>
</p>
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		<title>Senado ratifica convenção da ONU sobre direitos das pessoas com deficiência</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 00:40:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dragão</dc:creator>
		
		<category>Caverna do Dragão</category>

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		<description><![CDATA[Convenção foi aprovada pela ONU em dezembro de 2006.
Foco é o combate à discriminação e a garantia à acessibilidade.
O Senado aprovou nesta quarta-feira (2) a ratificação da convenção das Organizações das Nações Unidas (ONU) sobre os direitos das pessoas com deficiência. A convenção já foi aprovada pela Câmara. A proposta aprovada pelo Brasil tem força [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Convenção foi aprovada pela ONU em dezembro de 2006.<br />
Foco é o combate à discriminação e a garantia à acessibilidade.</p>
<p>O Senado aprovou nesta quarta-feira (2) a ratificação da convenção das Organizações das Nações Unidas (ONU) sobre os direitos das pessoas com deficiência. A convenção já foi aprovada pela Câmara. A proposta aprovada pelo Brasil tem força de emenda à Constituição. </p>
<p>A convenção foi aprovada pela ONU em dezembro de 2006 e já foi ratificada por 28 países. O objetivo é mudar a forma de tratamento das pessoas com deficiências em todo o mundo. O foco é o combate à discriminação e a garantia à acessibilidade. </p>
<p>Pela convenção, a falta de condições de acessibilidade pode ser entendida como uma forma de discriminação. Uma pessoa com deficiência pode, por exemplo, reclamar descriminação quando não consegue emprego porque determinados prédios ou meios de transporte não oferecem condições de acesso.</strong></p>
<p>Fonte: Portal G1<br />
Link da notícia: <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL633988-5601,00.html ">http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL633988-5601,00.html </a></p>
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		<title>Surf e Vida</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 00:28:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dragão</dc:creator>
		
		<category>Caverna do Dragão</category>

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		<description><![CDATA[Jornal A Tribuna
Vitória -ES

Por Mariana Melo
	Depois de sofrer um grave acidente de carro em junho de 2003, que o deixou paraplégico, o surfista Carlos Kill, que na época tinha 23 anos, viu sua vida mudar da noite para o dia. Ele passou por várias cirurgias até que, em dezembro do ano passado, realizou a última [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Jornal A Tribuna<br />
Vitória -ES</strong><br />
<div class="centralizado"><img src="/up/m/mo/blog.movimentosuperacao.com.br/img/foto_1_2.jpg" alt="foto 1 2 - foto 1 2" title="foto 1 2 - foto 1 2" /></div></p>
<p><strong><strong>Por Mariana Melo</p>
<p>	Depois de sofrer um grave acidente de carro em junho de 2003, que o deixou paraplégico, o surfista Carlos Kill, que na época tinha 23 anos, viu sua vida mudar da noite para o dia. Ele passou por várias cirurgias até que, em dezembro do ano passado, realizou a última que lhe proporcionou a voltar a praticar esportes, desde o mês passado.<br />
	Quando sofreu o acidente, Carlos, que mora em Cariacica-Sede e costumava surfar todos os finais de semana com os amigos em Jacaraípe, na Serra, estava indo para a praia quando seu amigo Rayne, que dirigia um Fiat 147, de carroceria, perdeu o controle do carro e capotou.<br />
	Rayne morreu na hora e Carlos, que estava na carroceria do carro, foi levado para o hospital. Ele ficou internado durante três meses, quando recebeu alta e a notícia de que estava paraplégico.<br />
	“Foi o pior dia da minha vida. Naquele momento queria sumir. Entrei em depressão. Durante esses anos que se passaram, eu até tentei me matar por duas vezes. Mas, hoje, depois da última cirurgia que realizei, voltei a sentir prazer pela vida e a praticar esportes. Superei o acidente”, Afirmou<br />
	O surfista disse que depois do acidente voltou a entrar na água para surfar no dia do seu aniversário deste ano (11 de abril). Segundo ele, isso foi possível porque fez uma cirurgia plástica para fechar os machucados.<br />
	“Foi uma sensação maravilhosa, a melhor do mundo. Me emocionei muito. Antes do acidente, eu surfava para relaxar e, agora, posso fazer tudo novamente”, explicou Carlos.<br />
	Além de voltar a surfar, ele também pratica natação três vezes por semana. “Adoro a natação e todos os finais de semana eu vou para Jacaraípe surfar. Hoje me sinto feliz novamente”, diz.</strong></strong></p>
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		<title>Governo suspende narração para cego na TV</title>
		<link>http://blog.movimentosuperacao.com.br/2008/07/02/governo-suspende-narracao-para-cego-na-tv/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 19:18:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dragão</dc:creator>
		
		<category>Caverna do Dragão</category>

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		<description><![CDATA[O ministro das Comunicações, Hélio Costa, suspendeu ontem dispositivo legal que obrigava as emissoras de TV, desde a última sexta-feira, a irradiarem pelo menos duas horas diárias de programação com narração para cegos. 
Costa atendeu a pedido das redes, que alegaram dificuldade técnica e alto custo para implantar o recurso, uma tecla SAP para deficientes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O ministro das Comunicações, Hélio Costa, suspendeu ontem dispositivo legal que obrigava as emissoras de TV, desde a última sexta-feira, a irradiarem pelo menos duas horas diárias de programação com narração para cegos. </p>
<p>Costa atendeu a pedido das redes, que alegaram dificuldade técnica e alto custo para implantar o recurso, uma tecla SAP para deficientes visuais. </p>
<p>Chamado de audiodescrição, o recurso está previsto em portaria assinada por Hélio Costa em 27 de junho de 2006. A portaria dava dois anos para as TVs começarem a irradiar pelo menos uma hora das 8h às 14h e uma hora das 20h às 2h de programação com recursos de acessibilidade. Os recursos deverão ser ampliados ano a ano até atingir a totalidade da programação das TVs em 2017. </p>
<p>De acordo com a portaria, são recursos de acessibilidade, além da audiodescrição, a legenda oculta (closed caption) e a dublagem em português, já oferecidas pelas redes. A portaria publicada ontem no &#8220;Diário Oficial&#8221; suspendeu apenas a implantação da audiodescrição. Ou seja, as TVs estão obrigadas a veicular pelo menos duas horas de closed caption. </p>
<p>A legislação define a audiodescrição como &#8220;locução sobreposta ao som original do programa, destinada a descrever imagens, sons, textos e demais informações que não poderiam ser percebidos por pessoas com deficiência visual&#8221;. </strong></p>
<p>Fonte: Folha de São Paulo
</p>
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